About

  • Born in Lisbon;

  • Attended the Theater Studies at the Évora University;

  • A degree in Theater at the College of Arts and Design in Caldas da Rainha where received two Merit Scholarships as a distinction for high qualifying scores;

  • As an was directed by directors as Miguel Moreira, João Garcia Miguel, Diogo Dória, José Eduardo Rocha, Paulo Patraquim and Luis Varela;

  • Participated in various workshops and seminars, including: Body and Movement workshop with Luciano Amarelo, Writing workshop for Theater and Film, Writing workshop for Comedy, the seminar The Method of Konstantin Stanislavsky and contemporary dance workshops with Ana Leitão (Choreographer Company Bacantoh Barcelona), Cyril Viallon, Matthieu Hocquemiller and Cécile Loyer - from the principles of Butô dance;

  • Currently living in Oporto;

  • Studied at IPF – Instituto Português de Fotografia (Portuguese Institute of Photography);

  • Worked with FotoSport Studio as a photographer for the booking event "Young Stars" with the partnership of the model agencie SpaceMilanModels.

  • Co-creator of Mr.Lazy&Mme.Leisure, a artistic duo developing work on the visual arts including performance, installations, video art and photography. Participation of the artists Marco Telmo Martins in the C.C.T.V. performance and Mark Aragão in the Arte o Muerte performance.

  • Collaborates on a regular basis with Colónia Collective International, and Hotel 555 – Cultural and Artistic Association;

  • Developing a series of individual projects in performance and photography.

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A partir de Sophie Calle

Este video é o resultado de uma apresentação feita em 2007 no 2º ano do curso de teatro. A performance, intitulada Desgosto, surgiu no seguimento de uma proposta feita pela professora de dramaturgia, Joana Craveiro, de criar uma performance a partir do trabalho de Sophie Calle. 

Numa primeira fase o público era questionado pela performer sobre qual o motivo do último desgosto que este tivesse vivenciado. Todas as respostas, sem excepção, eram escritas na folha branca que delimitava o espaço de acção no exterior. Seguidamdente, dois membros do público eram convidados a entrar na sala onde se podia ouvir Avec le Temps de Leo Ferré, era-lhes pedido que se colocassem de pé, a dois metros da janela que dava acesso ao exteriror e que dessem as mãos. O par assistia a uma fotografia viva quando a acção no exteriror começava:


Desgosto from Isa Araújo on Vimeo.


Criação Isa Araújo
Filmagem Raimundo Cosme
Edição e montagem Isa Araújo

"

This video is the result of a presentation in 2007, my second year in drama school. The performance, titled Desgosto ( Grief ), came following a proposal made by the Dramaturgy teacher, Joana Craveiro, to create a performance based on the work of Sophie Calle. 

Initially the public was questioned by the performer on the reason for the letter sorrow each one of them had experienced. All answers, without exception, were written in the white sheet that delineated the scope for action abroad. Then, two members of the public were invited to enter the room where you could hear Leo Ferré's Avec le Temps, was asked to put themselves standing two meters from the window that gave access to exterior and hold hands. The pair was in the presence of what reminded them of a alive photography when the action began.

Concepcion/performance Isa Araújo
Camera: Raimundo Cosme

Slide Drawings One




Slide Drawings One.

Slide a slide traz-se à sombra a figura, entre gestos automáticos, curtos, quase irracionais que incorporam a intenção e a execução. Gestos que transformam um acto numa acção de semiótica, de comunicação. O tempo do desenho acontece em isocronia entre gesto e representação.
Estimulo. Resposta. Resposta. Inato. Hipótese. Escolha.
Acção linguagem, onde alguém controla a disposição/temporização das imagens que são projectadas. Imagens essas que não foram determinadas ou escolhidas mas sobre as quais se escolhe o que desenhar.
Instrução. Mental. Protocolo. Imagem. Palavra. Acção. Anotações. Pergunta. Contexto. Laboratório.
O acto de desassociar a acção e a instrução, a separação entre quem controla e quem executa leva a encenar um trabalho produtivo que gera absolutamente nada num esforço de se consumir a si próprio. Conserva-se o gesto que se leva da experiência.
Tudo o que foi criado, desapareceu. O que se leva é uma aparente substituição, a acção de ver.

Slide Drawings -- Live Act One

Desenho/Acto - Cláudio Sousa
Texto e sonoplastia -- Cláudio Sousa
Voz -- Cláudio Sousa e Isa Araújo
Escolha e manipulação de slides -- Isa Araújo

http://issuu.com/claudiosousa/docs/portfolio

Video PVC - Podemos Votar Contra

Video inserido na exposição A Arte da Guerra
ColectivoSuperGorrila
na Fábrica do Braço de Prata de 02 a 11 de Setembro de 2010


Criação: Isa Araújo
Apoio técnico: David Frazão

Mais informações em: http://supergorrila.blogspot.com/

Vende-se Alma ao Kilo - The Video

Mr.Lazy & Mme.Leisure in association with Uhh Uhh Productions presents:

Vende-se Alma ao Kilo - The Video


 

C.C.T.V. - Closed Circuit Trans Voyer

 Mr.Lazy&Mme.Leisure associam-se a Vj_ para criar a performance de apresentação do projecto C.C.T.V. - Closed Circuit Trans Voyer. Dia 1 de Junho no FICAS, pelas 22h nas Caldas da Rainha.
 Ver, é essencialmente uma busca activa de essenciais, um processo activo em que o cérebro na sua busca de conhecimento acerca do mundo visível, descarta, selecciona e ao comparar a informação seleccionada com as suas memórias armazenadas gera a imagem visual no cérebro, um processo notavelmente semelhante àquilo que o artista faz.
 Hoje, com a televisão e as marcas comerciais, toda a nossa sociedade produz imagens. O estúdio artístico perdeu a sua função inicial de ser “O” sítio onde as imagens eram produzidas. Como resultado os artistas movimentam-se, deslocam-se para onde as imagens são feitas, colocando-se a eles próprios como ligações na cadeia económica na tentativa de a interceptar.
 Toda esta avalanche de imagens produzidas diariamente cria uma distância cada vez maior entre o mundo visível e o mundo visualmente fabricado, entre a imprevisibilidade da rua e o conforto do sofá, criando em nós uma faceta voyeurista sem precedentes.
 Câmaras de vigilância, reality shows, vídeos caseiros, fotos privadas, manipulações digitais, alimentam a sociedade contemporânea e a sua crescente necessidade de observar e de ser observada, sustentam esse universo voyeur onde a identidade camuflada é tida como real.
 A nossa vida, o nosso corpo estão cada vez mais “publicitados”. A qualquer lado que vamos estamos a ser filmados. O nosso percurso pode sempre ser registado e posteriormente reproduzido, criando relações sociais através de imagens, como se a vida fosse representada pela lógica do espectáculo onde a experiência do real vivido fosse já uma substituição do vivo pelo não vivo.
 Vivemos povoados desses fantasmas, de realidades ficcionadas, de produtos secundários que tomamos como reais, onde a representação do verdadeiro é um movimento do falso, onde a vida é apanhada pelas próprias abstracções.
 Começamos por perder a nossa identidade, a nossa memória individual. Começamos também, a perder a nossa memória colectiva porque esta última vive numa estreita relação com a primeira e sem a memória dos outros, sem esse mundo de relações sociais mais directas, a condição humana deixa de existir, deixa de ser possível reconhecer vida.
 Neste panorama têm surgido diversas abordagens artísticas que se afirmam contra a sociedade vigiada, chamam a atenção do espectador para as questões de controlo e da falta de privacidade tornando frases como “Big Brother is watching you” em dados que pertencem hoje à nossa consciência social. Sabemos que estamos a ser observados e vivemos segundo essa condicionante. Adaptámo-nos e convencemo-nos de que é confortável essa consciência de nos sabermos filmados. Apropriámo-nos de tal forma desta ideia que agrada-nos principalmente a possibilidade de nos ser autorizado assistir.   

Ficha técnica
Performance com projecção de Vídeo e manipulação sonora ao vivo.
O público assiste a uma acto performativo criado especificamente para ser observado por uma câmera de vigilância, para provocar e testar a capacidade de reacção de quem está do outro lado da mesma. Os performers criam o seu próprio reality show. O público é assim, e à imagem do que se passa no seu dia-a-dia, um voyer, um observador de um acto que não está a ser feito directamente para si mas que lhe é permitido testemunhar. 




 Vídeo-Performance Mr. Lazy, Mme Leisure e Vj_
Ficas 2010 - Silos - Caldas da Rainha
Música - Sa Ding Ding



Vende-se Alma ao Kilo



Colónia International Collective presents…

"VENDE-SE ALMA AO KILO"
uma performance/instalação de Mr.Lazy&Mme.Leisure

A juntar aos prédios devolutos - constantes na cidade do Porto - há uma outra arquitectura que atrai o olhar para as suas reentrâncias e saliências. Os corpos das mulheres à porta das pensões, debruçadas nos carros e de curvas inclinadas encostadas às paredes que já pertencem à paisagem urbana de algumas zonas da cidade assim como a deslocação lenta dos carros dos clientes e das carrinhas rápidas que deixam as mulheres nas ruas, ditando um movimento e ambiente característicos que são rapidamente detectados por quem aí passa. Ao sermos interpelados por uma dita profissional do sexo e no decorrer da conversa, ouvimos da mesma: "antes vender o corpo que vender a alma". Não sabemos o que será preciso para vender a alma, talvez só Fausto e Mephistofeles saibam a resposta, mas questionamo-nos se na entrega de um corpo (seja lá o que isso fôr) se pode dissociar a alma, se esta não acabará por ser tocada e alterada de alguma forma. Será?

A apresentação contém um caractér de instalação onde aquilo que se anuncia vender não é senão, a capacidade de relembrar a condição animal ou humana da carne, no seu aspecto contemplativo, no seu carácter de estudo que se extrapola para o lado comercial e consumista, de uma sociedade que se consome a si própria. Não valemos mais do que o valor daquilo que produzimos, e, quando o deixamos de fazer, somos devorados.
Montaigne afirmou "Empresta-te aos outros; dá-te a ti próprio." A vida de prostituta é a metáfora mais radical para o acto de se emprestar aos outros. Entramos agora no carácter performativo da apresentação. Mas esta prostituta, ou melhor, este acto performativo do universo da venda sexual aqui abordado, não se apresenta nos moldes comuns a que o nosso olhar se habituou a reconhecer como tal: o corpo que se oferece ao cliente fazendo uso de uma postura afirmativa, forte, quase de imposição numa abordagem sistemática. Em contraponto, o corpo aqui apresentado não impõe ou interpela, é atractivo, mas estático, utilizando os códigos do manequim de montra. No entanto, a força deste coincide com a do outro ao encontra-se no mesmo universo de abertura para o exterior, de atracção ao olhar onde o resultado pretendido é igualmente a compra de um produto. Esta exposição corporal conjuga a presença física da carne com o universo criado pelas frases comerciais dos cartazes que completam o jogo proposto. O manequim de montra expõe-se, mostra-se, atrai, emprestando-se ao olhar do comprador.

Ficha técnica:
Título: "Vende-se alma ao Kilo."
Autores: Isa Araújo e Cláudio Sousa.
Duração: Das 19 às 20 e das 23 às 00
Local: Espaço Alma em Formol no nº 354 da rua do Almada, Porto.

Mais informações:
http://lazy-leisure-projects.blogspot.com/
http://coloniacollective.wordpress.com/

Autobiografia

Performance/Conferência
Autobiografia - Desmembramento do B.I.

Apresentação segundo:

Os piercings que tenho e tive (considerando a quantidade, a localização na geografia anatómica, a idade); os cortes de cabelo (considerando a idade, os namorados, as amizades);
os estilos de roupa (considerando tudo o que já foi referido);
o número de re/alações (considerando as cidades, a busca do desconhecido, a busca do conhecimento, e o facto de uma relação ser sempre a preparação para a próxima);

Descrição das penosas 20 horas em trabalho de parto suportadas pela minha mãe para que eu nascesse, o meu nascimento, as necessárias transfusões de sangue, os 8 dias de internamento e a consequente anemia que proporcionei à minha mãe enquanto participava-mos no milagre da vida.
Seguida da actualização do B.I. num quadro em branco onde todos os dados são substituidos por elementos que tornam o B.I. num documento pessoal e intimo.

Experiências

Ana Isa Araújo, Cláudio Teixeira e João Borges

Uma lista de 100 experiências nunca feitas por nenhum de nós:
Resmungar durante 10 minutos;
Sentir-se invisível numa esplanada;
Comer continuamente durante 2 horas;
Olhar para as estrelas durante uma noite inteira;
Entrar numa loja de roupa e experimentar toda a roupa;
tudo e mais alguma coisa...


Folha de sala:


"Tornar uma experiência pessoal numa performance pública.

Tornar uma experiência pessoal realizada por três pessoas diferentes numa única performance pública.

Fazer, não uma, mas várias experiências.

Torna-las não particulares, mas de partilha.

Mostrar o antes, o durante e o depois.

Trabalhar a partir do desconhecido, com os acontecimentos em tempo real, da situação em aberto.

..."


O Funeral


"O Funeral"

Criação: Bruno Bogarim, Miguel Lopes, Sara Ribeiro
Texto: "Ode fúnebre" de Sara Ribeiro
com Isa Araújo, Sara Ribeiro e Rosa Abreu


ESAD CR. 2008

Viagens

Viagens
5 de Novembro de 2007
De Cláudio Teixeira, Isa Araújo e Marta Mendes



Dentro do elevador foram efectuados 3 tipos de viagens diferentes, com 45 min de duração total.


Características e potencialidades do elevador:

  1. Por ser utilizado de uma forma tão mecânica diariamente;
  2. O ser móvel permite trabalhar a ideia de viagem em dois planos diferentes;
  3. É um espaço pequeno, apertado, não permite a diferenciação do espaço performer/público, obrigando a partilha do mesmo espaço;
  4. Não tem acesso a qualquer tipo de luz natural, podendo ser totalmente controlada;
  5. Obriga o público a permanecer sem poder sair durante a apresentação.

Viagem tipo 1

Situação

Dentro do elevador 4 cadeiras, os espectadores deparam-se com textos poéticos de Cesariny ditos pelos performares num espaço comum e habitualmente frequentado, mas que, aqui, conquista uma nova dimensão e significado. Encontrámos uma relação entre Mário Cesariny e a realidade de um elevador, poeta em constantes viajens, fugindo do conformismo e em constante experimentação, é influenciado em grande medida por Álvaro de Campos, o heterónimo de Fernando Pessoa que desenvolve também aquilo que chamou de “maquinismos em fúria”, revelando uma “atracção quase erótica pelas máquinas”. Neste sentido, achamos que um elevador, na sua acção e significância, se enquadra e se torna um elemento único com uma poesia com estas características.

Desenvolvimento

- os performares viajam de um andar para outro sentados nas cadeiras ou jogando com o espaço do elevador, dizem e escrevem os poemas de Mário Cesariny no espelho e nas paredes do elevador; quando a porta do elevador fecha, os performares falam entre eles os versos de Cesariny, enquanto, alternadamente, os vão escrevendo no elevador, cercando nestas palavras os outros passageiros; na saída os performares despedem-se com um dos versos.



Viagem tipo 2

Situação - Avião

Desenvolvimento

Na porta de entrada do elevador encontra-se um dos intérpretes, segurando um chapéu de chuva onde se pode ler "Chek-in", na curva do cabo do chapéu está um rolo de papel higiénico que contém o cartão de embarque e, no verso, o mapa da cidade "A Cantina". A sua função é distribuir os bilhetes aos passageiros e fazer a chamada para o vôo. À porta do "avião" está outro intérprete, "hospedeira", que dá aos passageiros a informação de bordo. Após a entrada dos mesmos no avião da companhia "ElevatorAir", inicia-se a viagem em silêncio, expressando a hospedeira apenas um largo sorriso. Chegando ao destino, diz apenas "Espero que tenham feito uma boa viagem e desfrutem do país "A Cantina". Cá fora, encontra-se o terceiro intérprete, com um grande cartão onde se pode ler "Benvindo a Cantina" (género placard UE, com o fundo azul e as estrelas amarelas), a função deste é receber os estrangeiros, e tentar impingir-lhes aluguer de quartos, carros, visitas guiadas, compra de telemóveis, bijutarias, mas em modo automático e rápido, já habituado a que ninguém compre nada.


Viagem tipo 3

Situação

Viagem no sentido metafórico de reflexão.

A ideia base desta viagem é que a decisão, por parte do espectador do futuro da sua vida em 16segundos (tempo que demora a viagem de elevador).

Desenvolvimento

Um intérprete situado à entrada do elevador explica ao participante no que vai consistir a apresentação "imagine este elevador como um espaço de reflexão, nele terá de escrever o que espera do seu futuro quando a viagem acabar. Para isto tem aqui este post-it e esta caneta. Boa viagem". Dentro do elevador está outro intérprete com um rádio na mão que se limita a pôr música (02 Mountaintops In Caves do album Beat Romantic de Talkdemonic) no play e no pause conforme a entrada e saída do participante. À saída estará o terceiro elemento do grupo que assim que a porta se abra tira uma foto polaroid que cola com bostique ao pé do post-it do participante e diz "Vá viver aquilo que escreveu".


No final da performance, o espelho do elevador estava coberto de fotografias e post-its onde se podiam ler frases como: "ir à casa-de-banho", "ser feliz", "almoçar", "acabar o curso".




Encontros de arte "Acting"


Fevereiro e Abril de 2007 no Office Club de Caldas da Rainha


Performance Arkadinas com base na personagem Arkadina da peça Gaivota de Anton Tschechov







Performance "Hiperealismo Anónimo"



30 de Março de 2007



A performance surge de um trabalho de laboratório com base no texto "Insulto ao público" de Peter Handke.

Retiro artístico do curso de teatro da Escola Superior de Artes e Desing

Cine-teatro da Lousã em Março de 2007


Vozes Roubadas a partir de textos de Jodorowsky.
Performance de Aline Catarino, Daniel Coimbra, Isa Araújo e Rosa Abreu.



Tesouro da Sombra a partir de Jodorowsky.
Direcção de João Garcia Miguel.

7ª Mostra de Teatro de Santo André



Abertura da MTSA no dia 14 de Maio de 2006

Performance de dança contemporânea de Isa Araújo e Marcio Pereira